Sintra · PortugalDesde 1996

Um chalé do século XIX no coração do centro histórico de Sintra
Seis quartos, catorze hóspedes, e o vale do Arraçário a estender o seu verde debaixo de cada janela.

A casa
Desçam a colina e pousem as malas
A Casa da Paderna é um chalé claro e soalheiro construído no século XIX, a dez minutos a pé do coração do centro histórico de Sintra e a um mundo de distância dele. Três pisos descem a encosta, com pátios, terraços e jardins entre eles. Um estúdio independente fica à parte, no jardim. E todos os quartos, sem exceção, olham para o vale — é isso que faz as pessoas voltar: o Arraçário a derramar-se debaixo das janelas em setenta tons de verde, os palácios erguidos na crista lá em cima, e a luz a passar por tudo isto desde manhã cedo até o sol cair atrás da colina.
A maior parte das pessoas vem cá para juntar toda a gente outra vez debaixo do mesmo teto — os avós, os primos, os que nunca conseguem aparecer. Dormem cá catorze pessoas, mais três bebés ou crianças pequenas. Os cães são bem-vindos. A família faz isto desde 1996 — tempo suficiente para os livros de visitas encherem uma prateleira.

- Dormem cá
- 14 hóspedes
- Quartos
- Seis
- Festas
- Até 35
- Centro histórico
- 10 min a pé
- Cozinhas
- Uma por piso
- Cães
- Bem-vindos
O piso principal
Salas feitas para receber gente
Lustres, uma lareira que funciona, uma parede de livros e uma mesa onde se sentam doze de uma vez. Estas salas foram feitas para uma família em peso, e é assim que ficam mais felizes. As portas abrem para o jardim, e é abertas que costumam ficar.
A cozinha é vossa. Há uma cozinha em cada piso e outra no estúdio — a velha cozinha de azulejos das fotografias é a deste piso — de modo que catorze pessoas cozinham sem ninguém fazer fila. O largo do Palácio, coração do centro histórico, fica a dez minutos a subir.









Seis quartos
Acordem com uma vista magnífica
Os quartos têm o nome das suas cores, como a família sempre lhes chamou. O que têm em comum é a janela. Não há um quarto nesta casa que não abra para o vale — empurram-se as portadas e o Arraçário inteiro está ali, verde, à vossa frente. Os livros de visitas voltam a esta vista antes de falarem de qualquer outra coisa. Escolham o que vos apetecer.





O Quarto Azul
Uma cama de casal virada para o vale, e uma poltrona de veludo azul à janela para o contemplar. Casa de banho privativa, com a banheira do século XIX e os seus azulejos originais.



O Quarto Amarelo
Uma ampla janela de canto sobre o vale e recantos onde se instalar. Casa de banho privativa, totalmente renovada.



O Quarto Verde
Uma cama junto a portadas verdes que se abrem sobre a colina, um canto de leitura à janela, e um terraço partilhado neste piso.



O Quarto das Camas Gémeas
Duas camas individuais debaixo das águas-furtadas, perfeitas para os mais novos, com uma porta que dá diretamente para os jardins em socalcos.



O Quarto dos Pássaros
Uma cama de casal num quarto soalheiro, forrado de ramos em flor, com o verde à janela e uma casa de banho totalmente renovada.



O Estúdio
Uma cama de casal queen-size, com casa de banho privativa e cozinha própria, à parte no jardim, com o único terraço que pertence a um só quarto. Pequeno, e todo vosso.

O Jardim Babaji
Grande o suficiente para todos os que importam
O jardim recebe trinta e cinco pessoas, e é exatamente essa a ideia. O bastante para um casamento intimista, um reencontro de família, um aniversário, um workshop ou um retiro. Poucas que cheguem para terem falado com cada uma delas antes de a tarde acabar.
Catorze de vocês podem ficar a dormir. Os outros vinte e um terão de ir para casa. Os casais que atravessam o mundo para um casamento romântico na Europa escolhem muitas vezes Sintra pelos palácios e pelas colinas — e esta casa porque a propriedade inteira é vossa, a quarenta minutos de Lisboa.



Trinta anos de livros de visitas
O que se escreve à saída
Guardámos todos os livros de visitas desde 1996 — uma prateleira inteira, escrita à mão. Estas palavras chegaram até ao site. O resto está na mesa da entrada, e podem lê-lo à vontade.
A casa é mesmo muito especial e senti-me em casa muito depressa. O cheiro das rosas ao abrir a porta do terraço vai fazer-me falta, de certeza. E a vista — a melhor de todas!Maria — Grainau, Alemanhamarço de 2025
Uma casa incrível. Provavelmente o melhor sítio para ficar em Sintra! As vistas são deslumbrantes, a casa fica mesmo ao pé da vila, e o interior é encantador e confortável. Recomendo-a sem reservas. Simplesmente a melhor experiência.Amanda — Helsínquia, Finlândiajunho de 2024
A Joana e a família foram extremamente prestáveis e atentas aos detalhes próprios da minha família. Anfitriãs maravilhosas e profissionais! Recomendo a 100% para a vossa estadia em Sintra.Steff — Nova Jérsia, EUAagosto de 2023
Um lugar tão bonito e tão autêntico! Um grande espaço exterior e muita história de família para descobrir pela casa. A vista para a Regaleira é um verdadeiro bónus.Anny — Vancouver, Canadájulho de 2022
A localização é extraordinária. A Cláudia e a Rosa foram adoráveis e muito acolhedoras. A casa é perfeita para descansar, entre amigos próximos ou para reencontros de família. Top 10!Marguerita — Bristol, Reino Unidomaio de 2021
Antes de nos escreverem
O que nos perguntam
Quantas pessoas dormem na casa?
Catorze, repartidas por seis quartos com cinco casas de banho entre eles, mais três bebés ou crianças pequenas. Se fizerem também uma festa, a propriedade recebe trinta e cinco pessoas ao todo — e as catorze que dormem cá contam para as trinta e cinco, não acrescem a elas.
A casa é toda nossa?
É. Chamem-lhe vivenda ou casa de férias — aqui sempre foi o chalé — mas ficam com ela como uma só casa, os três pisos dela, com o estúdio sozinho no jardim. Os jardins, os pátios e os terraços vêm juntos: a propriedade inteira é vossa enquanto cá estiverem.
A cozinha é por nossa conta?
É. Há uma cozinha em cada piso e outra no estúdio, para uma família espalhada por três pisos nunca fazer fila ao fogão. Ninguém cozinha por vocês, e ninguém vos põe fora às nove da manhã.
A que distância fica o centro histórico de Sintra?
Dez minutos a pé. A casa fica abaixo da vila — desce-se para voltar, sobe-se para sair — e o largo do Palácio é o coração daquilo para onde se caminha.
Onde se estaciona?
Na rua, de graça. A propriedade acompanha metade da ruela: há lugar como em mais lado nenhum de Sintra, e nada ali é pago.
Há wifi?
Um gigabit — mais do que a casa alguma vez há de precisar, e que chegue para quem trouxe trabalho consigo.
Quem nos abre a porta?
Nós, em pessoa, todas as vezes. Nas manhãs de dias úteis, a nossa governanta também está na propriedade — na parte dela, fora do vosso caminho — para a roupa e para o que for preciso.
Podemos trazer o cão?
Podem. Os cães são bem-vindos cá, e sempre foram.
Podemos fazer um casamento ou um retiro?
Podem, até trinta e cinco pessoas ao todo, com as catorze que dormem na casa contadas entre elas. Isso faz dele um casamento intimista, um reencontro de família, um aniversário, um workshop ou um retiro — não um casamento de cem convidados. A festa paga-se à parte da estadia: há pacotes a preços diferentes, cada um orçamentado à medida do que realmente têm em mente. Leiam a página dos casamentos, ou escrevam-nos e enviamos-vos um preço.
Há descontos para estadias mais longas?
Dois. Reservem com seis meses ou mais de antecedência e poupam dez por cento. Fiquem sete noites e a oitava é oferecida, porque uma semana em Sintra passa muito depressa.
Há quanto tempo a família faz isto?
Desde 1996. Os livros de visitas enchem uma prateleira.
Reservas
Escrevam-nos. Escolham as datas. Reservem hoje.
Vejam as disponibilidades no calendário ou escrevam-nos simplesmente — somos nós que respondemos.
Reservem com seis meses ou mais de antecedência e o desconto é vosso.
Fiquem sete noites e a oitava é por nossa conta. Há tanto para ver em Sintra que uma semana passa muito depressa.
